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Incumprimentos na entrega do IVA

Escrito por CPPME. Publicado em Tomadas de Posição

As Micro e Pequenas Empresas estão à beira de um ataque de nervos derivado aos brutais encargos fiscais, acrescidos dos aplicados pelo Estado aquando do Incumprimento do IVA.

As dívidas das empresas ao Estado devem ter a mesma gravidade e conformidade que as dívidas do Estado às empresas.

Os micro e pequenos empresários são pessoas de bem e entidades responsáveis que, de uma forma geral, cumprem com as sua obrigações para com o Estado e a Sociedade.

Não fosse a brutal e chocante carga fiscal que as empresas têm de suportar - que se agrava a cada dia que passa, em conjugação com a contracção do mercado interno, o desemprego galopante, o empobrecimento dos portugueses e a recessão da nossa economia, fruto das políticas erradas que os vários governos têm prosseguido - provavelmente o Incumprimento do IVA para com o Estado não atingia as proporções que está a atingir.

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Pagamento Especial por Conta (PEC)

Escrito por CPPME. Publicado em Tomadas de Posição

Imposto cego e injusto, discriminatório e lesivo para as Micro, Pequenas e Médias Empresas

O PEC tributa de igual modo MPME com actividades cujas rentabilidades são muito diferentes, mas, mais grave, é fazer pagar a estas, percentagens muito superiores aos 25% estabelecidos em sede de IRC, obrigando a pagamento mesmo às empresas que têm resultado negativo do exercício, o que, na actual conjuntura de crise, acontece com muita frequência.

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Unir os Micro, Pequenos e Médios Empresários

Escrito por CPPME. Publicado em Informação

A Confederação das Micro, Pequenas e Médias Empresas – CPPME considera que o ano que agora se inicia (2013) será um ano que nada trará de bom para as MPME, a não ser que sejam interrompidas as políticas económicas que vêem sendo implementadas.

Efectivamente, com a aprovação e promulgação do Orçamento de Estado para 2013 confirmaram-se as previsões da CPPME: um feroz aumento da carga fiscal sobre as empresas, a ausência de uma efectiva política de dinamização da economia nacional e consequente criação de emprego. O Governo continuará erradamente a apostar na contracção do mercado interno, penalizando brutalmente as micro e pequenas empresas, os salários e as reformas e, de uma forma clara, a actividade produtiva virada para o mercado interno nacional.