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CPPME - 31 ANOS

Escrito por CPPME. Publicado em Informação

MUITOS PARABÉNS!

A CPPME está a Comemorar o seu 31º Aniversário.

1985 – 2016

Sempre na defesa exclusiva dos Micro, Pequenos e Médios Empresário, que têm um papel fundamental na economia nacional e a sua actividade é dominante na criação de emprego privado.

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Iniciativas no Barreiro e Almada  

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Iniciativas em Setúbal e Porto

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Iniciativas em Alcochete e Loures

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Iniciativas em Sintra e Évora

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 Iniciativas em Aveiro e Cabeceiras de Basto         

JUNTOS SEREMOS MAIS FORTES!

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ACISBM - PARABÉNS 110 ANOS

Escrito por CPPME. Publicado em Informação

ACISBM assinalou 110º Aniversário

Associação do Comércio, Indústria e Serviços do Barreiro e Moita 

1906 - 2016

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"Não há vilas nem cidades saudáveis se não houver comércio local, restauração e serviços fortes e dinâmicos"

 

No concelho do Barreiro, existem 6.363 empresas, sendo que 6.213 são micro empresas, 123 são pequenas, 24 são médias e 3 são grandes empresas.

Por outro lado, no concelho da Moita existem 4.503 empresas, das quais 4.384 são micro empresas, 103 pequenas empresas, 15 médias empresas e apenas existe 1 grande empresa.

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O Bar Restaurante Associação de Fuzileiros recebeu o almoço comemorativo dos 110 anos da ACISBM, que contou com mais de uma centenas de MPME, no decorrer do qual foram entregues Diplomas aos associados e viveram-se momentos de convívio.

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Rui Garcia, Presidente da Câmara Municipal da Moita,

no decorrer da sessão, sublinhou que a “união faz a força”. recordando que ao longo da vida “temos muitos exemplos disso”.

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O autarca da Moita referiu que os comerciantes da Moita e do Barreiro em tempos difíceis souberam unir-se e criar a sua associação.

Nos tempos actuais, sublinhou Rui Garcia, quando se regista o “empobrecimento da sociedade”, quando aumentam as “obrigações legais” situações que “vão asfixiando” os micro e pequenos empresários, é necessário “encontrar alternativas e soluções”.

Neste contexto, salientou que as autarquias – Câmara Municipal da Moita e do Barreiro e Juntas de Freguesia – são “vossos aliados”

“Somos por natureza vossos aliados, na procura de soluções para valorizar o comércio local”, disse.

“O comércio local é fundamental. Não há vilas, nem cidades saudáveis se não houver comércio local, restauração e serviços fortes e dinâmicos”, afirmou o presidente da Câmara Municipal da Moita. 

José Brinquete, Secretário-Geral da CPPME, 

refere que no relativamente aos Fundos Comunitários - Portugal 2020 as coisas estão negras.

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José Brinquete recordou que a Associação do Comércio, Indústria e Serviços do Barreiro e Moita (ACISBM), foi constituída 4 anos antes da implantação da República e 1 ano antes da ditadura de João Franco.

Sublinhou o facto de os comerciantes do Barreiro – “em plena monarquia terem encontrado forças para criar uma associação”.

Na sua intervenção, alertou para a importância de se exigir que ao nível dos fundos comunitários Portugal 2020, existam verbas para as Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPME) – “as coisas estão muito negras”, disse.

José Brinquete chamou à atenção de que nos concelhos do Barreiro e Moita as micro empresas são a esmagadora maioria e isso deve ser tido em conta na definição de políticas económicas e fiscais. 

Avançando com os dados seguintes: 

No concelho do Barreiro, existem 6.363 empresas, sendo que 6.213 são micro empresas, 123 são pequenas, 24 são médias e 3 são grandes empresas.

Por outro lado, no concelho da Moita existem 4.503 empresas, das quais 4.384 são micro empresas, 103 pequenas empresas, 15 médias empresas e apenas existe 1 grande empresas.

No total, nos 2 concelho - Barreiro e Moita - existem 10.866 empresas qu,e empregam 25 454 trabalhadores.

O Secretário-Geral da CPPME referiu-se ainda à intensa actividade da Confederação, privilegiando na sua acção: a institucional; a reivindicativa; a formação; e o apoio técnico, jurídico, contabilístico, gestão e administrativo.

CARLOS HUMBERTO, Presidente da Câmara do Barreiro

Cooperar e fazer em conjunto

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O Presidente da Câmara Municipal do Barreiro, sublinhou que a Associação do Comércio, Indústria e Serviços do Barreiro e Moita, atravessou vários períodos da história do nosso país com desenvolvimento e criatividade.

O autarca manifestou disponibilidade da autarquia para cooperar, - “não é dizer a gente precisa disto aqui”, mas sim, “cooperar e fazer em conjunto”.

Carlos Humberto, sublinhou que “os novos tempos exigem, novas respostas”, porque “a gente não para o vento com as mãos”.

Referiu a importância de serem analisadas as possibilidades de recorrer a fundos comunitários – “é difícil ter acessos, mas não deixa de ser uma oportunidade, temos que ver o que é possível e optar”.

Rogério Pinheiro, Presidente da Direcção da Associação do Comércio, Indústria e Serviços do Barreiro e Moita, 

prestou homenagem aos fundadores da associação e a todos aqueles que ao longo dos anos contribuíram para a manter viva.

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O Presidente da ACISBM recordou que após o 25 de Abril a associação registou uma ampla participação, hoje, disse, há mais dificuldades, porque – “a associação passa pelas mesmas dificuldades que passam as empresas”.

Rogério Pinheiro, salientou que é importante superar as dificuldades e apelou para a unidade de todos em torno da associação – “nós podemos contribuir para o desenvolvimento dos concelhos do Barreiro e Moita” 

O Presidente da ACISBM referiu o facto de se estar a iniciar uma novo mandato, que a equipa que lidera tem vontade e determinação para fortalecer o associativismo, contando com todos os micro, pequenos e médios empresários dos concelhos do Barreiro e da Moita. 

Rogério Pinheiro referiu ainda que conta com o apoio das duas autarquias, sinal desse facto é a presença dos senhores presidentes dos dois Municípios neste evento, desejando que esse apoio e essa parceria possa ter novos desenvolvimentos dentro de pouco tempo. 

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ACISBM assinala 110º Aniversário - Parabéns

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Núcleo de Cascais da CPPME de Parabéns

Escrito por CPPME. Publicado em Núcleos

PARABÉNS!

3º ANIVERSÁRIO do Núcleo de

Cascais da CPPME

Cerca de uma centena de Micro, Pequenos e Médios Empresários no concelho de Cascais comemoraram o 3º Aniversário do Núcleo. Usaram da palavra: o Coordenador do Núcleo, José Rodrigues; o Secretário-Geral da CPPME, José Brinquete; o Vice-Presidente da CPPME, José Ligeiro; o representante da Câmara Municipal de Cascais, Fernando Marques; e o representante da Junta de Freguesia de S. Domingos de Rana, Bruno.

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      Núcleo de Cascais da CPPME

Domingo, 19 Junho 2016, pelas 12H30 - Colectividade "Estudantina Recreativa de S. Domingos de Rana", (Rua D. Pedro de Mascarenhas, nº 267)
S. Domingos de Rana

ALMOÇO - PORCO ASSADO NO

ESPETO

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Animação Musical:

Tarde de música com vários

artistas convidados

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IVA RESTAURAÇÃO - 13%

Escrito por CPPME. Publicado em Tomadas de Posição

IVA da restauração a partir de 1de Julho

A CPPME considera a redução do IVA da restauração uma medida positiva mas claramente insuficiente.

Com a aprovação da Lei do Orçamento de Estado de 2016 ficou aprovada a redução para 13% do IVA da restauração, mas só para refeições prontas a consumir, nos regimes de pronto a comer e levar ou com entrega ao domicílio, a partir do próximo dia 1 de Julho.

É importante notar que não estão abrangidos quaisquer outros produtos alimentares que não consistam em refeições preparadas.

A CPPME, desde o primeiro momento, esteve na primeira linha da luta contra o aumento do IVA da restauração de 13 para 23% (agravamento de 77%), por considerar que este aumento iria mergulhar o sector numa profunda crise, como veio a acontecer.

Nos últimos anos, a média nacional de quebras de vendas na restauração e similares andaram entre os 30 a 50%. As margens de lucro baixaram proporcionalmente.

É inaceitável o brutal conjunto de taxas e taxinhas impostas ao sector da restauração: são cerca de uma centena as formalidades, sendo que todas têm custos administrativos: fixos e de contexto.

O aumento do IVA da restauração de 13 para 23% nem sequer foi uma imposição da troika tal como o aumento do IVA da electricidade (de 6 para 23%). Tratou-se de uma medida da exclusiva responsabilidade do Governo, como reconheceu o ex-Primeiro-Ministro, Passos Coelho, na audiência que concedeu à CPPME (23 Julho 2012).

Este brutal aumento do IVA da Restauração também não respeitou o que está definido pela União Europeia: à restauração e bebidas, sector de trabalho intensivo, deve aplicar-se a «taxa reduzida», aliás como é pratica corrente namaioria dos Países da União.

Todos estes factores levaram à perda de competitividade, à dificuldade em reflectir o IVA nos preços. A sua incorporação, como custo, gerou dificuldades de tesouraria e concomitantemente de investimento, a par da quebra de actividade económica, com milhares de insolvências e gritante desemprego de milhares de trabalhadores, com a consequente diminuição das contribuições para a Segurança Social (TSU e IRS) e o aumento das despesas com o fundo de desemprego (cada trabalhador desempregado custa ao Estado, por ano, mais de dez mil euros).

A CPPME – Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas, sempre defendeu a necessidade de aliviar a carga fiscal no sector da Restauração e nas restantes actividades económicas, a fim de criar condições de sustentabilidade e de competitividade às nossas empresas.

A CPPME, continuará a reclamar a redução do IVA da Restauração para 13% em todos os produtos e considera que outras medidas terão de ser tomadas, para o sector da restauração, bebidas e similares, designadamente:

  • A redução do IVA da restauração para 13% em todos os produtos e, a sua redução futura para a «taxa reduzida», a fim de repor a rentabilidade perdida e trazer alguma sustentabilidade ao sector;
  • O fim da existência de instrumentos de tributação como o PEC – Pagamento Especial por Conta, que faz pagar o mesmo a realidades e rentabilidades de exercício muito diferenciadas e, o PPC – Pagamento por Conta, que obriga ao adiantamento de verbas com base  nos resultados do exercício do ano anterior, que nada garante venham a verificar-se no exercício em curso, muito particularmente quando em recessão económica;
  • A implementação dos índices de coeficiente técnico/científicos para as MPME, há anos anunciados mas nunca concretizados;
  • O estabelecimento de acordos com as Finanças e a Segurança Social, de forma a estabelecer compromissos exequíveis, com tempos mais dilatados e juros mais baixos, para pagamento das dívidas das empresas ao Estado.
  • A criação de uma linha de crédito para o sector, a juros aceitáveis, onde a Caixa Geral de Depósito deverá ter um papel fundamental, dado tratar-se de uma instituição pública;
  • A revisão urgente da nova Lei de Arrendamento Urbano, nomeadamente na vertente «arrendamento não habitacional» já hoje responsável pelo encerramento de muitos estabelecimentos da restauração, comerciais e outros;
  • A redução dos custos energéticos (electricidade e gás), da água, das taxas de resíduos sólidos urbanos, entre outros;
  • A alteração ao Regime Simplificado de Tributação, claramente discriminatório, criando uma unidade de conta fixa, não agregada às alterações do Salário Minímo Nacional (SMN);
  • O direito à prestação de Apoio Social para os micro e pequenos empresários, com carreira contributiva miníma.

Seixal, 23 de Junho de 2016

O Executivo da Direcção da CPPME